O aquecimento global e nossos corpos

O aquecimento global e nossos corpos

Dr. José Maria Campos (Clemente)

O impacto do aquecimento global, em desenvolvimento progressivo e rápido pelo planeta, não vai afetar apenas suas condições climáticas e ambientais.

Cada uma de suas áreas e partículas receberá a parcela que lhe corresponde dentro da lei da necessidade e da lei do equilíbrio cármico. O impacto, porém, será muito mais profundo e repercutirá de forma muito mais abrangente, pois interferirá na estrutura energética dos corpos sutis do ser humano.

O aumento persistente do calor externo, que já se observa em muitas áreas do planeta, pode deslocar mais facilmente a consciência (o corpo astral e parte do mental) para fora do corpo físico-etérico. Assim, processos pendentes ou latentes nos seres poderão aflorar de forma brusca e intensa. Crises de descompensação psíquica, surtos psicóticos, atos de loucura, estados de torpor e alienação, quadros alucinatórios, desequilíbrios glandulares e nervosos, distúrbios cardiocirculatórios e tantas outras manifestações surgirão de forma evidente e generalizada.

Com a persistência implacável do calor, o processo dissociativo poderá prosseguir, e então o corpo etérico se deslocará mais facilmente do corpo físico. Nova ordem de distúrbios poderá manifestar-se: falta de ânimo e de iniciativa, de atenção e de concentração, desvitalização e queda do estado geral, entre outros sintomas e manifestações.

Seres humanos nesse estado deplorável serão vítimas fáceis de forças involutivas já à solta pelo planeta em seus níveis mais densos de manifestação.

Além de tudo isso, vai se dar uma maior desidratação do organismo, porém sem que a ingestão de água pura sacie completamente a sede. Isso ocorre porque, com o deslocamento do corpo etérico do físico, o elemento líquido não pode ser absorvido corretamente, o que não permite que a sede seja aplacada totalmente.

Experiência singela com a uvaia*

Certa vez, participei da construção de uma pequena barragem em uma área da fazenda. O calor intenso, principalmente nas horas de sol a pino, o vento quente que circulava livre pela área e o esforço físico concentrado colocavam o corpo sob certo estado de tensão e de prova.

Por mais que bebesse água, esta não saciava completamente a sede, nem me resfriava. Em certo momento alguns frutinhos de cor laranja-vivo chamaram-me a atenção. Cresciam abundantes em uma delicada árvore próxima da represa. Ao ingerir os primeiros frutos, senti de imediato uma sensação indescritível de bem-estar, de frescor e de apaziguamento físico.

Era uma grande sensação de alívio, hidratação e vitalização geral.

Os frutinhos, que logo identifiquei como uvaias, possuem um sabor ácido quando verdes e agridoce quando bem maduros. Nunca os havia visto tão saudáveis até então.

E, aos poucos pude compreender parte do processo que ali estava ocorrendo.

  1. O sabor ácido, visto de uma perspectiva interna, possui a propriedade de atrair o corpo etérico para dentro do físico e de mantê-lo aí firme;
  2. O sabor doce (não o açúcar), por sua vez, possui a propriedade de ajudar a consciência externa a ancorar dentro do físico.

E, os sais minerais, abundantes na uvaia, se encarregam de consolidar a nova relação que se estabelece entre os corpos sutis humanos. Assim, estava criada ali naqueles singelos frutinhos uma conjuntura perfeita para estar diante de situações difíceis e de grandes necessidades de hidratação e sutilização dos corpos.

Nos dias subseqüentes, submeti meu corpo físico a provas mais intensas, trabalhando sob um sol escaldante com o cuidado de ingerir com certa freqüência os frutinhos maduros de uvaia para consolidar as impressões e constatações que estava tendo. E, ficou claro, ainda, que outros frutos silvestres de sabor agridoce poderiam participar também desse processo de regeneração, como, por exemplo, pitanga, amora silvestre, murici, ameixa-amarela, guabiroba, jabuticaba, marmelo-do-campo, entre tantos outros frutos de sabor semelhante.

Tamarindo, limão cravo, siriguela são outros exemplos que se enquadram neste SerViço!

É importante saber que os frutos silvestres são mais vitais e ricos dessas qualidades sutis do que as frutas cultivadas artificialmente.

E, não é necessário fazer uso direto dos frutos. Basta macerar alguns em um recipiente com água potável e tomar essa água mineralizada e vitalizada ao longo do dia. A água deve ser tomada pausadamente e em pequenos goles para que o processo sutil de absorção já se inicie na esfera da cabeça. As forças vitais podem ser assimiladas diretamente na boca, nas papilas. Porque o organismo se hidratará mais facilmente e assim se vitalizará, e os corpos sutis se mantêm coesos e íntegros mesmo sob as condições mais adversas.

Sugere-se, outrossim, que cada pessoa busque em seu interior, em momentos reservados à prática do silêncio, outras e novas sugestões de posturas diante dos tempos críticos que se aproximam.

Saiba mais sobre a uvaia aqui.

Nomes populares: ubacaba, uvaia-do-campo, uvaia-do-mato. 

* Este texto faz parte do livro E se não houver Alimento? 


 

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