Nos últimos dois anos, o Doce Limão tem prestado um serviço de Saúde Pública, denunciando a péssima qualidade dos sais importados, ditos como de "grau alimentar".
Este boletim se propõe a relembrar tudo isso porque, apesar de muitas pessoas terem tido acesso a todas estas informações de segurança alimentar, sempre tem pessoas chegando, desejando saber mais.
Além disso, publicamos aqui, pela primeira vez, os resultados de uma análise laboratorial que confirma a presença excessiva de resíduos insolúveis em diversas amostras de sal importado.
Tenho visto muito produtos alimentícios, preparados por empresas do setor "gente que faz", produtos mais naturais, orgânicos e integrais, mas lamentavelmente usando na composição de preparo o Sal Rosa do Himalaia, o que acaba por desabonar a segurança alimentar de todo o produto.
Que fique este ALERTA de que o elevado teor de resíduo deste sal e outros importados, após consumo prolongado e contínuo, pode levar a quadros de vários graus de disbiose, devido a esta agressão contínua das vilosidades intestinais, que vão perdendo sua principal função de barreira aos invasores, sejam moléculas, minerais ou microorganismos.
Você sabe o que significa e para que serve uma triagem? Significa filtrar, eliminar os reprovados, para ficar somente com a fração de maior interesse, que irá nos economizar tempo, dinheiro, energia.
Em laboratório a triagem serve para evitar análises em amostras que não valem a pena. Aquelas que ficam excluídas por não passarem nos quesitos básicos determinados pelas especificações do controle de qualidade.
Todo sal teve sua gênese no mar, portanto Sal Marinho não informa nada sobre um sal. Melhor mesmo é sabermos a diferença entre um sal fresco, recém produzido pela evaporação de águas marinhas estrategicamente localizadas, e um sal secular ou milenar, que apesar de ter a mesma gênese, trata-se de um sal mineral, de rocha ou um sal gema.
Dificilmente faço a minha formação ficar na frente de um texto ou vídeo, mas aqui considero bem necessário. Sou química de formação, cientista por vocação, então assistir certas colocações como vários vídeos sobre o Sal rosa do Himalaia, com a chamada FALSO ou Verdadeiro me fez rir muito. Porque aquilo que fica no fundo, após dissolução deste sal não é FALSO, nem tinta, nem mistura: é o Sal rosa do Himalaia que é assim, cheio de impurezas INSOLÚVEIS que chegam em algumas amostras aos 2,3%.
Trata-se de um sal gema, ou sal de rocha, que depositou em solo rico em sais de ferro, de cálcio e ainda com resquícios da sílica ou areia do mar original.