Creme Vivo de Frutas com Chia
Categoria: Alim. Crua e Viva

Creme Vivo de Frutas com Chia

Conceição Trucom (*)

Meu presente, nosso presente, em pleno dia 23.07.21 ficou pronto o primeiro vídeo que gravamos para o NAMU. Um creme vivo de manga com maracujá. Assistam e criem um vínculo bem gostoso com o Portal NAMU.

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O mundo está diminuindo

O mundo está diminuindo

Erich Graesser

Em guerra contra a natureza

As publicações mais recentes das igrejas ape­lam para a "Responsabilidade pela paz". Realmente, a situação atual do mundo jus­tifica claramente esta advertência contra as guer­ras e conflitos. Ficamos, porém, amargurados e irritados ao ler esses documentos porque, em nenhuma linha, condenam a guerra que há muito tempo está em pleno curso, com incrível brutalidade e desumanidade: a guerra contra a natureza e suas criaturas.

A guerra está dentro de nós, dentro de nossas casas, em cada pequeno hábito de nossas vidas. A guerra que aparece é tão somente uma consequência de todas as pequenas guerras 'ocultas', hipócritas, de uma sociedade insana, doente, cega, surda e muda: selvagem!

Conduzimos uma guerra que destrói plantas, árvores, arbustos, água, ar e solo, na maioria absoluta dos casos, por cobiça ou pela sagrada ideologia do crescimento. Aplainamos, asfaltamos, cimenta­mos, devastamos, poluímos, envenenamos sem a menor consideração pelos seres vivos que são extintos. Caçamos, matamos, torturamos, exter­minamos animais selvagens. Transformamos animais mansos em objetos de pesquisa - com a finalida­de de satisfazer a "necessidade" do Homo Sapiens, racional, na busca de carne branca de vi­tela, ovos baratos e artigos de luxo com peles, perfeitamente dispensáveis.

As estatísticas da guerra contra a natureza são impressionantes. Num país do Primeiro Mundo, como a Alemanha, foram extintos de 1970 a 1980 mais de 15.000 reservas naturais; 400.000 hectares de solo foram cobertos por construções ou asfaltados. Ainda hoje, a destrui­ção atinge 120 hectares de paisagem por dia. Além disso, a natureza precisa engolir todo nos­so lixo. Lixo químico e atômico poluem o solo. O esgoto das indústrias e das moradias é despejado nos rios, lagos e mares. Não são apenas os peixes que ficam com câncer. A natureza nos devolve o que fazemos a ela. Na medida em que prejudicamos a natureza, também ficamos doen­tes. O veneno que espalhamos nos atinge atra­vés da alimentação. Diariamente os jornais no­ticiam as consequências deste escândalo ambien­tal. Na realidade, conduzimos uma verdadeira guerra contra a natureza com tratores, venenos e radiação. Se não voltarmos à paz, morrere­mos por causa da nossa hostilidade.

Existe um documento comovente a respeito do acordo entre humanidade e natureza. Ficou perdido na civilização tecnológica, mas precisamos voltar a ele para que a Terra não se trans­forme num deserto. O documento não vem da Igreja. Não foi apresentado por nenhum cristão, mas - há 120 anos - pelo Cacique Seatle pa­ra o então presidente americano Franklin Pierce, que queria comprar terras dos índios:

"Cada pedaço desta terra é sagrado para o meu povo: cada folha brilhante das árvores, ca­da praia, a bruma nas florestas, cada clareira, cada zumbido de inseto... Meu povo pergunta: O que o homem branco quer comprar? Como é possível comprar o céu ou o calor da terra?... Somos um pedaço desta terra e ela é um peda­ço de nos. Sabemos que o homem branco não entende nosso modo de ser. t/m pedaço de ter­ra é para ele igual a outro. Ele é um estranho e retira da terra o que precisa. A terra não é sua irmã mas sua inimiga. Quando ele a conquis­ta, avança. Sua fome vai tragar a terra e não vai deixar nada além de deserto... O ar é precio­so para o homem vermelho, pois toda a nature­za compartilha a mesma respiração: os animais, as árvores, o homem. Vi milhares de búfalos apodrecidos, deixados pelo homem branco - fuzilados de um trem que passava... Sou um sel­vagem e não posso entender como o cavalo de ferro fumacento pode ser mais importante que um búfalo! Nós matamos o búfalo raramente e somente para sobreviver. O que somos sem os animais? Se todos os animais morressem, o ho­mem também morreria - de solidão do espíri­to. Tudo que acontece com os animais, aconte­ce a seguir com o homem".


O mundo está diminuindo

Quantas pessoas o planeta Terra pode suportar: 5,3 bilhões como hoje ou 8,5 bilhões, como no ano 2025? Todos querem comida, roupa, mora­dia e um mínimo de bem-estar.

Entretanto, a população de hoje já está des­truindo a sua base de sobrevivência. Poluição do meio ambiente, destruição das florestas, erosão dos solos, efeito estufa, destruição da camada de ozônio são alguns indícios dessa realidade.

Aos paises industrializados, com seu consu­mo enorme de energia e sua produção imensa de produtos de consumo, cabe parcela decisiva da poluição ambiental. No terceiro mundo, fre­quentemente, a pobreza força as pessoas a des­truírem a base do amanhã para sobreviver hoje.

 Quanto tempo ainda temos?

Por Herman van Veen

Quanto tempo ainda temos para fazer alguma coisa?

Se vamos continuar como até agora, acho que teremos menos de cem anos.

A destruição do meio ambiente, a poluição da água e do ar, a morte das florestas e a desertificação, a fome que acompanha a superpopulação são catástrofes ecológicas que evoluem como um câncer.

E o que fazemos? Naturalmente... rezar, pensar, ajudar, mas não mudamos nada.

Com o dinheiro que o mundo gasta em armas:

- Em um dia, poderíamos, por exemplo, implantar um programa dirigido contra o avanço dos desertos.

- Meio dia seria suficiente para reflorestar as matas tropicais.

- Dez dias bastariam para abastecer o Terceiro Mundo com água potável, esgoto e um sistema de saúde.

- Meio dia bastaria para purificar todas as fontes de água.

- Com meia hora seria possível ajudar três milhões de meninos de rua no Brasil.

Cada minuto é uma fortuna, esbanjada na angústia de perder a paz.

Temos somente duas alternativas: As armas ou a vida. A guerra ou a vida! 


Relatório do Planeta Terra

Por Planeta Voluntários - A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil!

Se a população da Terra fosse reduzida à dimensão de uma pequena cidade de 100 pessoas, poderia observar-se a seguinte distribuição:

  • 57 Asiáticos 
  • 21 Europeus 
  • 14 Americanos (norte e sul)
  • 08 Africanos
  • 52 mulheres 
  • 48 homens 
  • 70 pessoas de cor
  • 30 caucasianos 
  • 89 heterossexuais
  • 11 homossexuais
  • 06 pessoas seriam donas de 59% de toda a riqueza e todos eles seriam dos EUA
  • 80 pessoas viveriam em más condições 
  • 70 não teriam recebido qualquer instrução escolar 
  • 50 passariam fome 
  • 01 morreria 
  • 02 nasceriam 
  • 01 teria um computador 
  • 01 (apenas um) teria instrução escolar superior

Quando se olha para o mundo com essa perspectiva, se consegue perceber a real necessidade de solidariedade, compreensão e educação?

Pensa também no seguinte:

- Esta manhã, se acordar com saúde, então é mais feliz do que 1 milhão de pessoas que não vão sobreviver até ao final da próxima semana.

- Se nunca sofrer os efeitos da guerra, a solidão de uma cela, a agonia da tortura, ou fome, então é mais feliz do que outros 500 milhões de pessoas do mundo.

- Se pode entrar numa igreja (ou Mesquita) sem medo de ser preso ou morto, é mais feliz do que outros 3 milhões de pessoas do mundo.

- Se tem comida na geladeira, tem sapatos e roupa, tem uma cama e teto, é mais rico do que 75% das outras pessoas do mundo.

- Se tem uma conta bancária, dinheiro na carteira e algumas moedas num moedeiro, pertence ao pequeno grupo de 8% de pessoas do mundo que estão bem na vida.

- Se você está lendo este texto:

1. Não faz parte do grupo de 780 milhões de pessoas que não sabem ler.
2. E tem um computador!

Tal como alguém uma vez disse:

- Trabalha como se não precisasses do dinheiro;
- Ama como se nunca tivesses sido magoado;
- Dança como se ninguém estivesse a ver-te;
- Canta como se ninguém estivesse a te ouvir;
- Vive como se a terra fosse o Paraíso.

Nenhum de nós é tão forte quanto todos nós juntos.
Ajude-nos a ajudar!
Cadastre-se agora como voluntário  

Concluindo

Por Conceição Trucom

Finalizo esta exposição de vários textos, cujo propósito é de ALERTA máximo, com a seguinte reflexão: a maior pobreza não é a falta de bens materiais, mas a falta de conhecimento e empatia para com todos os que habitam este planeta. E, a partir do momento que o temos, nos unimos às energias da construção, da transformação, da cura e da paz!

Podemos pensar em fronteiras, em pátrias, em economias e tudo o mais. Porém, somos obrigados a compartilhar todas as águas (mares, rios e nuvens), solos, céu, sol, lua e estrelas. Não entendo porque tanta briga se ao final estamos todos na mesma CASA, UNIVERSO E COSMOS.

Precisamos nos unir!


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* Conceição Trucom
 é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.

Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citadas a autora e a fonte: www.docelimao.com.br