A Carne é Fraca

Para mais informações dos problemas ambientais causados pela indústria da pecuária assista o documentário, criado pelo Instituto Nina Rosa: A Carne é Fraca.

Ele encontra-se disponível para todos assistirem no site do You Tube em 6 partes:
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=2YhTfrHXyfU
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=2kqZL63ug9k
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=VwGP_qto-2U
Parte 4: http://www.youtube.com/watch?v=RNS8EGJ2GVo
Parte 5: http://www.youtube.com/watch?v=EVjlXjIwRyI
Parte 6: http://www.youtube.com/watch?v=YuPLkL5FpLM

Com Washington Novais, Nina Rosa, Marly Wrinkler e muitos outros apresentando todos os aspectos e desdobramentos do consumo de carne, como também sobre o uso absurdo e amoral de cobaias nas universidades e centros de pesquisa.

Você irá se surpreender sobre como o simples ato de comprar um shampoo ou colírio, tem envolvimento com o sofrimento e sacrifício de muitos animais.

Sobre a pecuária e as problemáticas da água, efeito estufa e falta de alimentos, existem informações de que são gastos cerca de 15.000 litros de água para produzir 1 Kg de carne vermelha. No caso de suínos, são gastos algo como 6.000 litros de água/quilo de carne produzida.

Fala-se do desmatamento do centro-oeste brasileiro para o plantio da soja e milho. Com esta informação, todos ficam indignados com a soja e todo o significado desta imensa e devastadora cultura intensiva. Entretanto, quem devasta e planta a soja é o homem. São milhões de hectares de florestas nativas, áreas férteis, matas virgens, como na Amazônia, para plantar gigantescas monoculturas, para piorar, transgênica.

Além dos desmatamentos e queimadas ainda temos os fertilizantes sintéticos e agrotóxicos que vão para as águas, terra e ar.

E, sabe para onde seguem tantos milhões de toneladas de soja e milho?

Para a criação de gado, porcos e aves.

É, tanto desmatamento, tanto solo sendo desertificado, tanta água contaminada e gasta, tanta destruição, para alimentar poucos.

E tais criações poluem rios, cabeceiras, lagos, poços e lençóis freáticos com suas fezes e sujeiras, além do metano expelido pelos seus gases que é cerca de 23 vezes mais promotor do efeito estufa que o próprio gás carbônico.

Os transgênicos que eram para serem resistentes às pragas, na verdade estão sendo usados em gigantescas escalas para produzir ração para a indústria da pecuária, e não para alimentar em massa, a humanidade. Mas, tais plantações não resistem às pragas, pois são monoculturas gigantes, e torna-se então necessário o uso de mais agrotóxicos e fertilizantes sintéticos, que além de poluírem e envenenarem as águas do solo,  ainda podem causar a eutrofização dos rios devido ao excesso de nutrientes do ferlilizante sintético.

Paradoxo do sistema alimentar internacional:

Primeiro - o suprimento de comida é suficiente para alimentar toda a humanidade, mas 854 milhões de pessoas passam fome no mundo.

Segundo - o uso de insumos químicos na agricultura não pára de crescer, mas a produção de grãos caiu por dois anos consecutivos (1% de 2004 a 2005 e 2,7% de 2005 a 2006).

Soluções?

1) Ser vegetariano. Um exemplo, com 10 dias de alimentação vegetariana economiza-se 15.000 litros de água, e de brinde um ganho em saúde pessoal.

2) Valorizar a cultura orgânica. Os defensores da agricultura orgânica sustentam que suas práticas consomem 33% a 56% menos energia que a convencional, dobram a quantidade de carbono seqüestrado no solo, reduzem 48% a 60% as emissões de gás carbônico na atmosfera e retêm 20% a 40% mais água no solo. Ou seja, são muito melhores para mitigar os efeitos do aquecimento global e da escassez de água que rondam o planeta.

Vamos colaborar, ser cúmplices e sábios, pois cada um fazendo a sua parte economizamos/cuidamos do planeta, da nossa saúde e ainda influenciamos positivamente ao nosso redor.

Vamos nos conscientizar e agir já. Na verdade o ser humano precisa amar-se mais e ao seu planeta.

Cada um do seu modo e à sua maneira, cada vez mais um pouquinho e vamos lá!

Conheça o Instituto Nina Rosa

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